Esta é uma medida que, a ser concretizada, deixará muitos docentes satisfeitos, enquanto que outros ficarão resignados e contrariados na sua função docente, com prejuízos elevados nas suas vidas aos níveis familiar, emocional e financeiro.
sexta-feira, 11 de novembro de 2005
Uma medida difícil, mas necessária...
Esta é uma medida que, a ser concretizada, deixará muitos docentes satisfeitos, enquanto que outros ficarão resignados e contrariados na sua função docente, com prejuízos elevados nas suas vidas aos níveis familiar, emocional e financeiro.
quarta-feira, 9 de novembro de 2005
Parabéns pelos 125 anos...
segunda-feira, 7 de novembro de 2005
Só trabalhar na escola? Isso é que era bom...
quarta-feira, 2 de novembro de 2005
Educação sexual nas escolas: nada de novo...
O grupo de trabalho para a Educação Sexual em meio escolar, coordenado por Daniel Sampaio, necessitou de meio ano para concluir que não deve ser criada uma nova disciplina para esta área, aconselhando o Governo para que se revitalizem os currículos sobre Educação para a Saúde. Ou seja, nada de grandes novidades...
Convém lembrar que, actualmente, a Educação para a Sexualidade já é uma realidade nas escolas portugueses, sendo leccionada em diversas disciplinas, tais como a Biologia ou a Geografia, e na área curricular não disciplinar de Formação Cívica. Vir agora afirmar, com toda a pompa e circunstância, que as escolas e agrupamentos escolares devem aproveitar as áreas não disciplinares de Formação Cívica e de Área de Projecto, para também abordarem a questão da educação para a saúde, é não perceber que em muitas escolas isso já se faz.
Provavelmente, Daniel Sampaio e a sua equipa, não sabem muita da realidade escolar portuguesa... Aliás, já há umas semanas atrás, o irmão de Jorge Sampaio escreveu na revista Xis um artigo sobre as aulas de substituição num teor que só evidencia que ainda há quem pense que leccionar no ensino superior é algo de muito parecido com o que acontece no ensino básico. Puro engano, caro Daniel Sampaio...
Sempre defendi que a Educação para a Sexualidade não deve ser incorporada numa disciplina específica. O que deve ser potenciado é aquilo que já se faz em muitas escolas: leccionar conteúdos desta área nas disciplinas que se relacionem com este tema, nomeadamente na Biologia, aproveitar a Formação Cívica para desenvolver competências nos alunos a este nível e dinamizar colóquios e acções de formação onde professores, pais e alunos tenham uma intervenção activa e capaz.
Assim, penso que Daniel Sampaio não chegou a nenhuma conclusão especial. Só é pena que, mais uma vez, seja necessário que venha alguém do ensino superior dizer o que se deve fazer com a Educação para a Sexualidade para que o que já se faz passe a formato de lei... Quanto a professores, será que alguém os ouviu? Se sim, não parece...