
Há cerca de um mês que as minhas 35 horas de trabalho semanais que a lei prevê são acrescentadas de, pelo menos, 15 ou 20 horas. E tenho a certeza que muitas dessas horas não são de trabalho com as oito turmas que tenho a meu cargo. Há muito trabalho ligado à Direcção de Turma e a muitas outras tarefas que não apenas ligadas à docência, mas a projectos (a Educação Sexual, o Parlamento dos Jovens, o moodle, a blogosfera, as visitas de estudo, as acções formação e muito mais).
Que venha depressa a pausa lectiva do Natal para compensar aqueles que mais têm sido prejudicados por esta situação de excesso de trabalho: a minha família, sobretudo os filhotes. Só quem é professor pode compreender...
Até ao Natal.
4 comentários:
Como compreendo...
faltam os questionários de avaliação de desempenho dos professores que dão CEF e Profissionais por parte dos formandos ( que mal sabem escrever o seu nome...)
DESEJO-TE
FELIZ ANO NOVO!..
PLENO DE REALIZAÇÕES E SUCESSOS PROFISSIONAIS..
Estou tão de acordo com a sua indignação. Só mesmo quem é professor é que conhece esta realidade... Poucos sacerdotes se dedicarão e se ocuparaão com o seu ofício como o professor. Uma estafa diária que se prolonga penosamente pela noite dentro e que da qual pouca compensação se vê. Eu sei bem o que isso é...
Até sempre e coragem!
Bom Ano!
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