quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Missão (quase) impossível...

Já lá vão mais de dois meses desde a última vez que aqui vim escrever. Não pensem que desisti da blogosfera. Apenas não tenho tido tempo para aqui vir. Com nove turmas (sim, nove!!!), de quatro níveis diferentes, o que perfaz quase 250 alunos e uma direcção de turma que tem dado muito que fazer, não tenho tido vagar para aqui vir "desabafar".
Resolvi vir aqui hoje porque li na revista Visão que a Ministra pretende desburocratizar a vida de professor. Espero bem que sim, porque estou farto de planos de recuperação, planos de acompanhamento, provas de recuperação, planificações, autorizações, informações, quadros, grelhas e mais burocracias que me impedem de ter tempo para preparar actividades ainda mais motivadoras para os meus alunos. E então as reuniões intermináveis é que me tiram do sério!!!
Continuação de bom trabalho para todos...

5 comentários:

João André disse...

de modo a poder ajudar quem queira tentar uma vida la fora no ramo de ensino criei o seguinte blogue

www.daraulaseminglaterra.blogspot.com/

seria possivel coloca-lo na lista de links favoritos? De bom grado retribuirei o favor, basta mandaram-me um mail a confirmar este meu pedido.



Com os meus cumprimentos

Joao Andre Costa
email: jacho8@gmail.com

Ana disse...

Ui... eu pensava que não havia pior do que a minha, situação, mas há! Eu tenho 8 turmas e DT, com 4 níveis diferentes. É uma loucura!... Nas semanas das reuniões intercalares, quase enlouqueço... Os meus votos são iguais aos seus.
Bom trabalho, força e sorte!

João Soares disse...

Bom trabalho e saúde é só o que te desejo Pedro.
Abraços ecológicos

Anónimo disse...

A grande maioria dos professores sente-se traída pelo seus sindicatos.
A grande maioria dos professores não se sente bem representada pelos sindicatos.
A grande maioria dos professores, como tal, não irá participar em acções levadas a efeito pelos que assinaram o acordo com o ministério da educação deixando de fora aspectos importantes como a contagem integral do tempo de serviço e a transição de estatutos, que prejudica de sobremaneira umas grandes dezenas de milhares de professores que se encontravam na 1.ºmetade da carreira docente.

Quando os sindicatos mandaram às malvas a exigência da contagem integral do tempo de serviço, pois isso não afecta os docentes mais antigos, perderam a confiança dos professores.

Ao contrário dos sindicatos, os professores não têm receio da avaliação.
Ao contrário do que os sindicatos quiseram fazer passar, os professores não têm receio de trabalhar.

Os professores apenas querem aquilo que qualquer trabalhador quer que é respeito, que é ter o seu tempo de serviço integralmente contado.

Os sindicatos defendem mal os direitos dos professores.

Luís Palma de Jesus disse...

A falta de sentido na Escola portuguesa será sempre um problema que se constata nas rotinas do seu dia a dia.

Infelizmente, em inúmeras escolas a solução, sendo complicada e chutada por n+1 especialistas, acaba, na prática, nas mãos e cabeça do Director de Turma que o mais das vezes é desautorizado ou impedido de tomar decisões rápidas (no momento) e que na prática terá de encapotar os problemas.
Em inúmeros casos os problemas graves de aprendizagem, violência, roubo ou disfunções familiares são remetidos ao director de turma que responderá a questionários dos tribunais, informará a «protecção de menores» ou etc. etc.

A solução tem de ser simples ou não funcionará.